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Cachorros soltos nas ruas causa polêmica em Orlândia

 

Polêmica sobre cachorros soltos nas ruas de Orlândia

A Prefeitura Municipal de Orlândia, através de João Antonio da Silva, chefe da Vigilância Sanitária da cidade vem coibindo a criação de cachorros soltos (sem dono) na cidade e pedindo a população para não  alimentarem, nem comprar casinhas que são destinadas aos animais.

A vereadora Márcia Belato de outro lado, vem contestando a Prefeitura. É contra a orientação da Vigilância Sanitária.

Ora… animais não devem, nem podem viver soltos nas ruas. É motivo de proliferação de doenças e até acidente.  Podem morder alguém. Atacar uma criança. No caso de acidente, como um tombo provocado pelo animal, quem será o responsável pelos ferimentos e danos materiais ? A Prefeitura. E não a vereadora.

Sou do tempo da carrocinha. Sou do tempo da “bola”. Bola foi expressão utilizada para veneno colocado na carne de modo o abater o animal de forma dolorosa e triste. Hoje, este método de controle sanitário é inaceitável pela sociedade, por “N” motivos. Mas existia  e era prática comum.

A vereadora Márcia Belato foi eleita defendendo a causa animal, mas exagera. Tem que haver preocupação sobre o assunto por parte de todos. Inclusive da  vereadora.  É assim no mundo todo. Qualquer que seja o animal, inseto ou bicho peçonhento, tem que haver controle por parte da autoridade constituída. Seja rato, cavalo, gafanhoto, barata ou cachorro.

Ninguém defende o extermínio de cachorros de rua. Mas seu controle é vital para o bem da sociedade.

Na Austrália, 10 mil camelos poderão ser sacrificados, por razões da competitividade com o homem. (* por falta de água). Uma atitude é radical e extrema, mas pelo visto, necessária.

Tem que haver bom senso por parte de todos.

Nesta cadeia viva de seres, todos merecem seu espaço. Sua vida.  Mas o homem em primeiro lugar.  A vereadora tem que legislar primeiro para quem votou nela. Os humanos – depois os cachorros.

 

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