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MPSP diz que Prefeito Vado não está sendo investigado


 
 
Promotores do Gaeco revelam fraudes investigadas na Prefeitura de Orlândia, SP

Promotores do Gaeco revelam fraudes investigadas na Prefeitura de Orlândia, SP

 

 

Em reunião realizada ontem (17) na sede do GAECO em Franca, cinco de um total de sete  promotores da instituição, concederam entrevista coletiva para esclarecer pontos a respeito da operação Loki deflagrada em Orlândia.

Segundo eles, existem 23 licitações e 13 contratos sob suspeita.

Foram feitas 50 apreensões de telefones celulares, várias CPUS, pen drives e documentos para investigações.

Foram apreendidos ainda R$ 110 mil, US$ 4,2 mil, 1.640 EU.

Pelo menos por enquanto, os promotores declararam que Vado está fora da lista de 115 investigados.

A operação envolveu 28 promotores, por razões de outras cidades estarem envolvidas como Sales Oliveira, Nuporanga, Morro Agudo, São Joaquim da Barra, Ribeirão Preto, Araraquara,  Batatais, Caraguatatuba, Itanhaém e São Paulo. Mas somente os sete promotores do GAECO de Franca vão analisar os processos.

Das 23 licitações e 13 contratados sob suspeitas estão: Local na cidade onde funcionava um escritório de fraudes de licitações, formadas por no mínimo 3 empresas, empresa de varreção de fachada, empresas criadas a poucos meses antes dos editais, eventos e shows com preços mais altos na cidade de Orlândia, que em outras cidades na mesma época e nas mesmas condições, cirurgia renal de R$ 55 mil  sem licitação paga a clínica do Ribeirão Shopping, empresa de segurança patrimonial, cursos profissionalizantes, contratação de vans para transporte de doentes. todos sob suspeita, locação de imóvel por R$ 5 mil, tendo ao lado prédio própria da prefeitura, empresa de panificação em Nuporanga sem funcionário, empresa de carga de Batatais, que acabou fazendo transporte de estudante, privatização do DAE direcionado, tendo de 200 itens sob análise, sendo 64 considerados absurdos e privatização da Cozinha Piloto, que custava cerca de R$ 1 milhão aos cofres públicos e passou a custar R$ 5 milhões ao erário, além de ser contratada 90 mil refeiçõs e pagar 132 mil.

Os promotores disseram que não tem prazo para concluir as investigações 

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