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Obra da estação de tratamento de esgoto de Guaíra já tem 10 anos

Há mais de 10 anos, a população espera pela Estação de Tratamento de Esgoto, que teve suas obras iniciadas no governo de Sérgio de Mello e, apesar de ter um cronograma de um ano para seu término, passou a gestão de José Eduardo e Edvaldo Morais e até hoje ela não foi finalizada.

Em suas campanhas eleitorais, os dois últimos chefes do executivo chegaram a anunciar que a ETE estaria pronta, o que não é verdade. A licitação para contratação de empresa para concluir o empreendimento ainda nem foi concluída.

Nesta última semana, o jornal O Guaíra enviou questionamentos para a prefeitura esclarecer a real situação, já que a população merece respostas verdadeiras e não promessas de campanha.

As perguntas foram esclarecidas pelo departamento de obras da atual administração, através de seu secretário Fernando Rocha. Em ofício, o chefe do setor confirma que a licitação ainda não foi finalizada e que as obras só serão retomadas “assim que for emitida a ordem de serviço, após o término do processo licitatório”, no valor de R$ 417.940,21, sendo aproximadamente R$ 347.940,21 recurso do tesouro para reparar os itens roubados, danificados e deteriorados.

Segundo o departamento, ainda falta finalizar a cobertura dos reatores anaeróbios e reparar os itens roubados. Sem esses equipamentos não há como ligar a energia no local. Quanto ao laboratório de análises, Fernando afirma que “será objeto de processo independente realizado pelo DEAGUA. Será na verdade edificação para operar a ETE sendo as análises realizadas no laboratório da ETA e por empresas contratadas dependendo da especificidades”.

Ao ser questionado se há energia no local, o secretário confirma que não. “A CPFL será informada quando todas as interferências estiverem finalizadas  para não haver risco de ter os circuitos implantados e não energizados, facilitando assim o roubo de tais materiais cujo valor de mercado é significativo”.

Entretanto, apesar de não finalizada, a Estação já está recebendo esgoto. Fernando diz que o local está adequado para receber os dejetos e que não é necessária manta protetora para evitar contato com o lençol freático. “Não há necessidade devido às características do solo no local onde foi implantado a ETE, o próprio peso gerado pelo esgoto juntamente com a  colmatação e saturação do solo já transforma a camada imediatamente abaixo da lagoa impermeável protegendo assim o lençol freático. Por norma e resoluções federais deve-se  estar acima do lençol freático apenas 1,50m”, finaliza.

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