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BRASILIA DF 24/10/2017 POLITICA261ª Sessão Ordinária. Em destaque, a Presidente do Conselho Nacional de justiça e Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Cármen Lúcia. FOTO: Luiz Silveira/Agência CNJ
BRASILIA DF 24/10/2017 POLITICA261ª Sessão Ordinária. Em destaque, a Presidente do Conselho Nacional de justiça e Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministra Cármen Lúcia. FOTO: Luiz Silveira/Agência CNJ

Perdi, mas não queria estar do lado dos vencedores, diz Carmem Lúcia sobre aumento salarial

Sem citar reajuste nominalmente, Cármen diz que ‘perdeu’

Presidente do Supremo comenta inclusão do reajuste de 16,38% no salário dos próprios ministros na proposta orçamentária da Corte, aprovada nesta quarta-feira, 8: ‘Não queria estar do lado vencedor’

Amanda Pupo / BRASÍLIA / Estadão

Em tom de lamento, a presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, comentou na manhã desta quinta-feira, 9, a inclusão do reajuste de 16,38% no salário dos próprios ministros na proposta orçamentária da Corte, aprovada nesta quarta-feira em reunião administrativa do STF, por 7 votos a 4. A ministra votou contra o aumento.

Sem citar nominalmente o reajuste, Cármen disse que ontem ‘perdeu’, mas que não queria estar ao lado dos ‘vencedores’. “O que venceram e como venceram não era o que eu queria e continuo não convencida de que era o melhor para o Brasil”, disse Cármen, que ontem foi acompanhada pela minoria dos ministros, Edson Fachin, Rosa Weber e Celso de Mello.

Considerado o teto do funcionalismo público, a remuneração atual dos ministros do STF é de R$ 33.763 e pode subir para R$ 39.293,32, um aumento de R$ 5,5 mil. Votaram para aprovar a proposta com reajuste os ministros Dias Toffoli, próximo presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes e Marco Aurélio Mello.

Apesar de ter sido incluído na proposta orçamentária da Corte, o reajuste salarial ainda precisa ser aprovado pelo Senado – o projeto de lei já passou pela Câmara – e também ser sancionado pelo presidente Michel Temer.

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