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Vendas do comércio de Ribeirão Preto têm queda em fevereiro de 2019

 

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Índice negativo foi de 1,55% na comparação com mesmo período do ano anterior; setores de Cine/Foto e Eletrodomésticos tiveram crescimento

As vendas do comércio de Ribeirão Preto apresentaram queda de 1,55% em fevereiro de 2019 quando comparadas ao mesmo mês do ano passado. É o que aponta a pesquisa Movimento do Comércio, realizada mensalmente pelo Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto e Região (SINCOVARP). Entre as empresas entrevistadas, 57,4% consideraram que as vendas deste ano foram piores do que as do mesmo período de 2018, enquanto 29,8% apontaram o contrário e 12,8% disseram que foram iguais.

Segundo Marcelo Bosi Rodrigues, economista do Sindicato, responsável pelo estudo, fevereiro não costuma ter um movimento muito intenso de compras. “No entanto, o fato de neste ano o Carnaval ter se deslocado para março fez com que o número de dias úteis aumentasse, elevando em teoria as chances de vendas e, portanto, tornando o resultado negativo ainda mais decepcionante”, explica.

Setorial – Entre os setores, o resultado não foi unânime. Dois segmentos tiveram crescimento, sendo Cine/Foto (1,52%) e Eletrodomésticos (1,25%). Os setores com quedas foram Móveis (6,50%), seguido por Livraria/Papelaria (3,41%), Ótica (2,28%), Tecidos/Enxoval (1,98%), Presentes (1,40%), Vestuário (0,68%) e Calçados (0,50%).

Empregos – Com relação ao emprego, a pesquisa apurou uma leve redução de 0,19% na média no número de empregados do comércio. “Acomodação considerada normal para o período por se tratar do início do ano, quando ainda são realizadas demissões de temporários”, diz Rodrigues.

Entre as empresas entrevistadas, 95,8% mantiveram seus quadros funcionais, enquanto 4,2% demitiram e nenhuma contratou. Por setores, apenas Livraria/Papelaria e Tecidos/Enxoval mostraram alteração negativa nos quadros, respectivamente 1,28% e 0,44%.

Análise – Segundo o economista, 2019 ainda não trouxe boas notícias para o comércio de Ribeirão Preto. “As vendas foram fracas nos dois primeiros meses e não superaram sequer os números magros de 2018. Apesar de iniciarmos o ano com um novo presidente, além de congresso e senado renovados, os problemas conjunturais ainda persistem e estão dando sinais de que a sua solução não será rápida. O que se observa é uma grande apatia por parte dos agentes econômico que aguardam descrentes a atuação governamental na expectativa de que o ambiente econômico demonstre uma maior segurança”, finaliza Rodrigues.

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