Grupo de adolescentes brincando (Foto: Artem Kniaz / Unsplash) © Jetss Grupo de adolescentes brincando (Foto: Artem Kniaz / Unsplash) Os laboratórios comunicaram que os testes desencadearam uma significativa produção de anticorpos, excedendo de forma robusta os testes anteriores feitos com participantes de idades entre 16 e 25 anos, sendo bem tolerada.

Todos os testes foram conduzidos nos EUA, contando com a participação de 2.260 adolescentes com idades entre 12 a 15 anos. No ensaio, 18 casos de Covid-19 foram observados no grupo placebo contra nenhum caso no grupo vacinado. De acordo com o comunicado do consórcio Pfizer-BioNTech, os resultados apontaram uma forte imunogenicidade em um subconjunto de adolescentes um mês após a aplicação da segunda dose.

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Como próximo passo, os laboratórios planejam enviar esses dados à agência reguladora americana FDA – Food and Drug Administration e a europeia EMA – European Medicines Agency, que equivalem à ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária do Brasil.

“Planejamos enviar esses dados ao FDA como uma emenda proposta à nossa Autorização de Uso de Emergência nas próximas semanas e a outros reguladores em todo o mundo, com a esperança de começar a vacinar essa faixa etária antes do início do próximo ano letivo”, disse Albert Bourla, Presidente e CEO da Pfizer.

O consórcio de pesquisas farmacêuticas Oxford/AstraZeneca e o laboratório Moderna, também já deram início aos testes de suas vacinas em crianças e adolescentes.