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Bolsa tem forte alta, ultrapassa 10% de ganhos e volta ao patamar de 70 mil pontos; dólar cai

Fonte: O Estado de SP

A Bolsa de Valores de São Paulo, a B3, intensificou neste início de tarde a velocidade de alta, renovando máximas, coincidindo com aceleração das bolsas em Nova York, e ainda com as palavras do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Conforme ele, o projeto para socorrer Estados e municípios, o chamado Plano Mansueto, pode ser votado pelo plenário da Câmara na próxima quarta-feira, 25. De acordo com o presidente da Câmara, com prazo maior, o plano pode ser fechado até sexta-feira. Às 15h01, o Ibovespa subia mais de 9%, aos 69.633,29 pontos. A máxima do dia, por enquanto, foi superior aos 71 mil pontos, com crescimento superior a 12%.
O Ibovespa iniciou bem as negociações desta terça-feira, 24, em forte alta, chegando a 8,88% de aceleração em poucos minutos de mercado, atingindo patamar acima de 69 mil pontos. Já o dólar abriu as negociações do dia cotado a R$ 5,0448 uma queda de 1,75% em relação ao fechamento do dia anterior. Isso acontece em meio a um ambiente de melhora no cenário exterior, com Bolsas de Ásia e Europa tendo altas expressivas nos índices de cada país. Às 15h04, a moeda americana era cotada a R$ 5,09.

No exterior, o apetite por ativos, que embala também fortes ganhos nas bolsas internacionais, vem após as quedas dos PMIs industriais da Alemanha e Reino Unido menores que as previstas por analistas.

Dólar
Dólar Foto: JF Diorio/ Estadão

A segunda-feira, 23, porém, foi um dia de perdas para o mercado e de alta para a moeda americana frente ao real. O dólar fechou negociado a R$ 5,13, na segunda, alta superior a 2%. O maior patamar que a moeda já chegou, durante negociações, em valor nominal, quando se desconta a inflação, foi de R$ 5,26, cotação atingida na semana passada.

Este “sobe e desce” do dólar é reflexo do que acontece com os mercados financeiros no mundo inteiro, que têm dias de perdas seguidos de pregões de recuperação, em meio às tensões em relação ao novo coronavírus, causador da covid-19. Como ainda não se sabe a totalidade dos efeitos da pandemia nas economias do mundo, a incerteza que o investidor tem neste momento é muito grande. O Fundo Monetário Internacional (FMI), por exemplo, espera uma crise “tão ruim ou pior” que a de 2008, quando a bolha imobiliária dos Estados Unidos gerou um “crash” nos mercados de todo o globo. / SILVANA ROCHA E FELIPE SIQUEIRA 

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