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IPVA 2021 sem desconto O imposto pode ser pago de forma integral, sem desconto, ou, para quem optou pelo parcelamento, recolher a segunda cota Os proprietários de veículos com placa final 8 têm até esta terça (23) para efetuar o pagamento à vista, sem desconto, do IPVA 2021. Para os contribuintes que optaram pelo parcelamento do tributo, o prazo de recolhimento da segunda cota também vence nesta terça-feira. O calendário desta segunda fase segue até quinta (25) para os veículos com final de placa 0, conforme a tabela. A consulta do valor pode ser feita em toda a rede bancária ou diretamente no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento ( portal.fazenda.sp.gov.br/servicos/ipva/). Para efetuar o pagamento, basta se dirigir a uma agência bancária credenciada com o número do RENAVAM (Registro Nacional de Veículo Automotor) e realizar o recolhimento do tributo, através dos terminais de autoatendimento ou nos guichês de caixa. O pagamento pode ser feito também pela internet ou via débito agendado, ou

Fonte – Estadão

Mercado financeiro não reage bem ao anúncio de troca na presidência da petroleira e papéis da empresa caem 20%; dólar sobe 2% e chegou a ser cotado a R$ 5,51

A intervenção do presidente Jair Bolsonaro na Petrobrás, com o anúncio, na sexta-feira, 19, de que iria trocar o presidente da estatal, trouxe forte impacto para o mercado financeiro nesta segunda-feira. As ações da Petrobrás, claro, são as mais atingidas, com uma queda que chega à casa dos 20%. Mas os efeitos não se restringem à Petrobrás. Os papéis de outras estatais também têm queda forte: Banco do Brasil cai quase 12%, e Eletrobrás, cerca de 5%.

Puxada pelo desempenho das estatais, a B3, bolsa paulista, opera em queda de mais de 5%. O dólar sobe cerca de 2% e ultrapassou a casa dos R$ 5,50.  A turbulência também faz crescer a aposta na alta dos juros: aumentaram as projeções de aumentos de 0,5 ponto porcentual da Selic em março e maio.

Apenas na primeira hora de pregão hoje o valor de mercado da Petrobrás caiu R$ 85 bilhões. Isso, depois de perder quase R$ 30 bilhões na sexta-feira. Pelo menos seis instituições financeiras rebaixaram a recomendação para os papeis e reduziram o preço-alvo da companhia para os próximos 12 meses.

Pelo menos seis bancos e casas de investimento cortaram a recomendação dos papéis da Petrobrás – XP, Guide, Safra, BTG Pactual, Credit Suisse e Bradesco BBI -, apontando os riscos à política de preços da empresa pode com a mudança na presidência e também a nebulosidade que isso traz para outras iniciativas da empresa, como a venda de ativos não essenciais e a alocação de capital no pré-sal, considerado mais rentável.

Ainda no fim de semana, a XP rebaixou a recomendação das ações da Petrobrás para “venda”, de “neutro” anteriormente. Também revisou o preço-alvo do papel de R$ 32 para R$ 24.

No Safra, o preço-alvo para as ações passou de R$ 40 para R$ 29,50. “O principal motivo é a incerteza trazida pela maior interferência do governo na empresa, em vez de uma opinião negativa sobre o Luna. Esperamos mais volatilidade no preço das ações e limite de valorização no curto prazo”, escreveram os analistas Conrado Vegner e Victor Chen.

Para o BTG Pactual, “o controle de preços dos combustíveis em meio ao aumento do petróleo é a razão óbvia para se preocupar, mas pode nem ser a principal”. “Com o ano eleitoral se aproximando, nossa principal preocupação fica com o que o novo CEO e sua nova diretoria implicam para a alocação de capital e, mais importante, o fluxo de dividendos; e a venda de ativos não essenciais, principalmente a venda de refinarias e seus preços, com compradores agora podendo retirar propostas ou oferecer um tíquete muito menor”, diz o relatório assinado pelos analistas Thiago Duarte, Pedro Soares e Daniel Guardiola.

Para membros do conselho de administração da Petrobrás, que têm reunião marcada para terça-feira, 23, a mudança no comando da empresa é vista como inevitável. Alguns conselheiros da estatal estudam votar pela recondução do presidente Roberto Castello Branco, mas o estatuto dá poder à União para fazer a troca.

O mercado também acompanha novas mudanças prometidas por Bolsonaro. No sábado, ele disse que fará trocas no governo envolvendo o primeiro escalão. “Eu não tenho medo de mudar, não. Semana que vem deve ter mais mudança aí para… E mudança comigo não é de bagrinho, não, é tubarão”, disse a apoiadores. “Vamos meter o dedo na energia elétrica, que é outro problema também”, completou.

 

 

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