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Ribeirão Preto e Franca estão entre as que mais geraram empregos no 1º semestre em SP, diz Caged


Setor de serviços puxa contratações, com alta de 131% e 45% nos municípios, respectivamente. Apesar de ser a que mais abriu vagas, indústria francana tem queda de 25% em relação a 2017.


Por G1 Ribeirão e Franca

Apesar do saldo negativo de empregos em junho, Franca (SP) e Ribeirão Preto (SP) se destacaram entre os municípios que mais contrataram no estado de São Paulo no primeiro semestre de 2018, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Atrás apenas da maior metrópole do país, a capital nacional do calçado masculino gerou 5.390 postos de trabalho entre janeiro e junho. O número, porém, representa queda de 10% em relação ao mesmo período do ano passado, quando 6.001 vagas permaneceram abertas.

Já Ribeirão, contratou quase 20 vezes mais do que no primeiro semestre de 2017: o saldo até junho foi de 2.408 postos de trabalho abertos, contra 125 no ano passado. Esse é o melhor resultado para o período nos últimos três anos, segundo os dados do Caged.

O setor de serviços tem sido preponderante para o aumento no número de empregos nas duas cidades. Em Ribeirão, o saldo foi de 2.399 contratações, alta de 131% em relação ao primeiro semestre do ano passado, quando 1.037 vagas permaneceram abertas.

Faxineiro, condutor de ambulância, técnico de comunicação de dados e porteiro foram os cargos que mais admitiram profissionais. Os salários chegaram a R$ 2,4 mil, segundo o Caged.

Em Franca, o setor de serviços encerrou o semestre com 1.199 postos de trabalho abertos, enquanto no ano passado haviam sido 824 – crescimento de 45%. Entre os cargos mais procurados destacam-se auxiliar de escritório e operador de telemarketing.

Mesmo com o bom desempenho, serviços não foi o setor que mais contratou. Entre janeiro e junho, a indústria registrou saldo de 3.488 vagas de trabalho. Apesar de positivo, o número representa queda de 25% em relação a 2017, quando 4.646 postos foram abertos no período.

Ainda segundo o Caged, preparador de calçados, sapateiro e acabador de calçados foram os profissionais mais procurados pela indústria calçadista. Os salários variaram de R$ 1.354 a R$ 1.773.

Ainda em destaque, o comércio apresentou leve recuperação nas duas cidades, apesar de encerrar o primeiro semestre com saldo negativo em Ribeirão, por exemplo: foram 115 postos de trabalho a menos, contra 664 fechados entre janeiro e junho de 2017.

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