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(FILES) In this file photo taken on December 21, 2014 an Indian Bengal tiger looks on in a forest clearing in Kaziranga National Park, some 280km east of Guwahati in northeast India. - Controversy erupted November 3, 2018 over the killing of a man-eating tiger in India that had claimed 13 victims in two years but may have been illegally killed herself. (Photo by - / AFP)
(FILES) In this file photo taken on December 21, 2014 an Indian Bengal tiger looks on in a forest clearing in Kaziranga National Park, some 280km east of Guwahati in northeast India. - Controversy erupted November 3, 2018 over the killing of a man-eating tiger in India that had claimed 13 victims in two years but may have been illegally killed herself. (Photo by - / AFP)

Tigresa que matou 13 pessoas é abatida na Índia

Uma tigresa foi abatida com um tiro na floresta do estado de Maharashtra  na Índia, na última sexta-feira, 2. O animal foi responsável pela morte de 13 pessoas nos últimos dois anos, espalhou pânico entre a população e estava na mira de caçadores locais.

Mais de 150 pessoas foram mobilizadas durante meses para encontrá-la e foram disponibilizados recursos consideráveis para este fim.  Porém, as condições de sua morte causaram controvérsia.

Segundo a mídia local, nenhum calmante foi usado para tentar anestesiar o bicho, chamado de Avni por seus defensores e T1 por seus caçadores. A tigresa deixou dois filhotes de dez meses.

Desde junho de 2016, 13 pessoas foram encontradas mortas com marcas de garrras no corpo. Sua primeira vítima foi uma mulher cujo corpo foi encontrado em uma plantação de algodão. Desde então, a maioria era pastores homens.

A Suprema Corte autorizou a operação de caça, embora o tigre seja uma espécie em risco de extinção na índia. Há um programa para preservar a população do animal, e o último censo, de 2014, registra cerca de 2.200 bichos no país.

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