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Frota apresenta terceiro pedido de impeachment de Bolsonaro

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) apresentou nesta quinta-feira, dia 19, o terceiro pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). A peça alega que o mandatário cometeu crime de responsabilidade ao ajudar a convocar as manifestações do último domingo a favor de seu governo e contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Também afirma que o presidente cometeu crime contra a segurança nacional ao convocar a população a – segundo a peça – derrubar o Congresso; crime de responsabilidade ao atentar contra o decoro do cargo na ocasião das agressões contra as jornalistas Patrícia Campos Mello, do jornal Folha de S.Paulo, Vera Magalhães, do Estado; e crime contra a saúde pública – conforme antecipou o Estado – ao ignorar a orientação de ficar em isolamento enquanto refazia os testes para o coronavírus e cumprimentar seus apoiadores durante a manifestação pró-governo.

O pedido também alega falta de impessoalidade na condução da vida pública. A peça pede que as jornalistas Campos Melo e Magalhães sejam arroladas como testemunhas. Também solicita ouvir  além de o ex-deputado Alberto Fraga, que é próximo ao presidente, o deputado Nereu Crispim e o ministro da Saúde Henrique Mandetta.

“Juridicamente estamos muito bem amarrados, Bolsonaro cometeu vários crimes”, afirmou em vídeo em seu perfil no Twitter. “Politicamente, estamos construindo esse momento e não importa partido, se você é de esquerda, de direita, de centro; não importa religião, cor, sexo. Não importa a sua opção sexual. O importante é que todos estejam juntos neste momento. Não é possívei mais que esse homem fique comandando a nação brasileira”, completou.

Manifestante contumaz na época dos protestos contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Frota foi eleito deputado na esteira do Bolsonarismo. Em agosto, no entanto, foi expulso do PSL – a sigla que abrigou o presidente e seus aliados durante as eleições de 2018 – por frequentes críticas ao governo federal. Depois, Bolsonaro se desentendeu com o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar, e também deixou a agremiação.

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