Elizabete Arrabaça responde pela morte de Nathália Garnica em fevereiro de 2025. Na fase de instrução, ré alegou ser inocente.
Justiça determina que mulher acusada de matar a filha envenenada vá a júri popular A Justiça de Pontal (SP) determinou nesta terça-feira (29) que Elizabete Arrabaça, acusada de matar por envenenamento a própria filha, Nathália Garnica, seja levada a júri popular. Segundo a acusação, o crime foi cometido em fevereiro de 2025. Ela responde por feminicídio qualificado por uso de veneno, meio cruel, dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de fraude processual, por tentar alterar elementos da cena dos fatos para prejudicar a investigação. Além disso, os crimes estão em concurso material, ou seja, as penas podem ser somadas em caso de condenação.
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