Até o início dos anos 1990, clubes da Argentina haviam conquistado 15 títulos da Copa Libertadores, torneio criado em 1960. Os brasileiros, apenas cinco. Palmeiras ou Flamengo, quem ganhar a final de hoje, somará o 25º troféu ao País, igualando os argentinos. Em 35 anos, o placar está em 20 a 10 para o Brasil.
O domínio se fortaleceu e os sete últimos campeões, já contando o vencedor em Lima, foram brasileiros. Dessas finais, todas em formato de confronto único, cinco envolveram equipes filiadas à CBF.
Anualmente, em reuniões do Conselho da Conmebol, a Confederação Sul-Americana de Futebol, ou em congressos técnicos dos campeonatos, tenta-se abrir discussão sobre o que pode ser feito para reequilibrar as forças no continente.
O progressivo acréscimo do número de participantes na Libertadores, a partir do início dos anos 2000, que inviabilizou a regra que por um período proibiu decisões entre times do mesmo país, explica em parte por que o Brasil passou a prevalecer na competição.
Há a vantagem econômica e também o fato de que a Libertadores, a partir de 1992 com a conquista do São Paulo, passou a ser considerada importante no calendário dos brasileiros, diferentemente do que acontecia nas décadas anteriores.
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