O governo do Irã ampliou nesta terça-feira, 13, a repressão contra manifestantes que pedem o fim do regime do aiatolá Ali Khamenei. O número de mortos ultrapassou a marca de 2 mil, segundo ONGs ligadas à oposição. Em Washington, o presidente americano, Donald Trump, voltou a incentivar por meio das redes sociais os protestos pela queda do regime e disse que a ajuda está a caminho.
Nesta terça, pela primeira vez o contato telefônico com o exterior retornou após dias de censura do regime.
Segundo a Human Rights Activists News Agency, sediada nos EUA, o número de mortes é o maior em uma onda de protestos ou distúrbios no Irã em décadas e lembra o caos que cercou a Revolução Islâmica de 1979.
A televisão estatal iraniana fez o primeiro reconhecimento oficial das mortes, citando um funcionário que disse que o país tinha “muitos mártires” e que não havia divulgado um número de mortos antes devido aos ferimentos graves sofridos pelas vítimas. No entanto, a declaração só ocorreu depois que os ativistas relataram o número de vítimas.
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