A perspectiva de Flávio Bolsonaro (PL) ser eleito presidente da República, após sair à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, instaurou um clima de tensão entre diplomatas de uma ala do Itamaraty.
Com a memória ainda recente da condução da política externa descrita como “desastrosa” durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), integrantes do alto escalão do Ministério das Relações Exteriores (MRE) afirmaram à Coluna do Estadão que cogitam antecipar a aposentadoria para não ter que representar o Brasil em um eventual governo Flávio.
A apreensão de parte dos diplomatas, no Brasil e lotados no exterior, aumentou depois que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro subiu o tom contra servidores da carreira que declararam apoio a Lula na corrida eleitoral e ameaçou fazer uma “faxina” na pasta.
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