O médico Luiz Antonio Garnica, acusado de matar a esposa Larissa Rodrigues envenenada em Ribeirão Preto (SP), está trabalhando na enfermaria do complexo penal de Potim (SP), onde aguarda o julgamento. O advogado dele, Julio Mossim, diz que Garnica tem direito ao trabalho na prisão e as jornadas podem ajudá-lo em uma eventual pena.
“O Luiz, como preso provisório, como qualquer preso provisório, tem direito ao trabalho. Então ele auxilia na enfermaria e o trabalho vai de acordo com a aptidão da pessoa presa. Como ele é médico e a imputação que é feita contra ele, a acusação que é feita contra ele não tem nenhuma relação com o exercício da medicina, ele auxilia na enfermaria”, afirma o advogado.
Segundo Mossim, a cada três dias de trabalho, um dia é reduzido na pena em caso de condenação.
“Tudo isso é registrado na ficha dele, porque ele tem que ter esse cômputo de dias trabalhados para remir, para diminuir eventual pena que ele venha a sofrer em uma eventual condenação no tribunal do júri.”
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