Estadão
A reforma trabalhista proposta pelo governo do presidente Javier Milei foi aprovada pela Câmara dos Deputados argentina na madrugada desta sexta, 20, após um dia de greve geral que paralisou o país e os sistemas de transporte de Buenos Aires, além de bancos, portos e aeroportos.
Após 11 horas de debate, os deputados aprovaram a chamada lei de “modernização trabalhista” com 135 votos a favor e 115 contra. A Confederação Geral do Trabalho da Argentina (CGT), a principal central sindical do país, chama a lei de “regresso” e de “inconstitucional”.
Entre os principais pontos da reforma, estão a redução da indenização por demissão e o aumento da jornada de trabalho para 12 horas, além do limitar do direito à greve.
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