O presidente americano quer reduzir os exercícios militares com a Coreia do Sul, alegando que eram hostis à Coreia do Norte. No entanto, sob o comando de Kim, o Norte tornou-se cada vez mais beligerante em relação ao Sul
As Forças Armadas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos consideram seus exercícios anuais na Coreia do Sul mais cruciais do que nunca. Os riscos aumentaram drasticamente, visto que a Coreia do Norte adquiriu experiência em combate com drones e táticas de guerra modernas ao enviar tropas para apoiar a guerra da Rússia na Ucrânia.
O exercício militar de verão mal havia começado na segunda-feira quando o presidente Trump o denunciou, desferindo mais um golpe na aliança de sete décadas entre Washington e Seul. Sob o governo Trump, as relações bilaterais já estavam sob imensa pressão devido às suas tarifas punitivas sobre as exportações sul-coreanas. E sua diplomacia transacional frustrou a Coreia do Sul, mais recentemente quando ele pareceu colocar a Arábia Saudita no caminho para enriquecer combustível nuclear em seu próprio território, uma exigência que Seul faz há anos.
Nos últimos anos, a Coreia do Norte não só expandiu seu arsenal nuclear, como também ameaçou repetidamente usá-lo contra a Coreia do Sul, classificando seu vizinho como um “inimigo extremamente hostil”. Seu líder, Kim Jong-un, também firmou um tratado de defesa mútua com Moscou, enviando tropas e armamentos para apoiar a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Apesar dessas escaladas, Trump, em uma publicação nas redes sociais, caracterizou a Coreia do Norte como “não ameaçadora e respeitosa”, ao mesmo tempo em que se vangloriava de seu “ótimo relacionamento” com Kim.
As Forças Armadas da Coreia do Sul e dos Estados Unidos consideram seus exercícios anuais na Coreia do Sul mais cruciais do que nunca. Os riscos aumentaram drasticamente, visto que a Coreia do Norte adquiriu experiência em combate com drones e táticas de guerra modernas ao enviar tropas para apoiar a guerra da Rússia na Ucrânia.
O exercício militar de verão mal havia começado na segunda-feira quando o presidente Trump o denunciou, desferindo mais um golpe na aliança de sete décadas entre Washington e Seul. Sob o governo Trump, as relações bilaterais já estavam sob imensa pressão devido às suas tarifas punitivas sobre as exportações sul-coreanas. E sua diplomacia transacional frustrou a Coreia do Sul, mais recentemente quando ele pareceu colocar a Arábia Saudita no caminho para enriquecer combustível nuclear em seu próprio território, uma exigência que Seul faz há anos.
Nos últimos anos, a Coreia do Norte não só expandiu seu arsenal nuclear, como também ameaçou repetidamente usá-lo contra a Coreia do Sul, classificando seu vizinho como um “inimigo extremamente hostil”. Seu líder, Kim Jong-un, também firmou um tratado de defesa mútua com Moscou, enviando tropas e armamentos para apoiar a guerra da Rússia contra a Ucrânia. Apesar dessas escaladas, Trump, em uma publicação nas redes sociais, caracterizou a Coreia do Norte como “não ameaçadora e respeitosa”, ao mesmo tempo em que se vangloriava de seu “ótimo relacionamento” com Kim.
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