Acusada de matar a filha, Nathália Garnica, e a nora, Larissa Rodrigues, Elizabete Arrabaça, de 68 anos, se tornou ré nesta semana pela terceira vez e responde agora por tentativa de homicídio contra uma amiga.
O caso aconteceu em 2017, em Pontal (SP), e a vítima, Neuza Ghiotto, sobreviveu após ser envenenada por Elizabete. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público, que afirmou que a ré agiu por motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Se condenada, Elizabete pode pegar até 30 anos de cadeia. Procurada pela EPTV, afiliada da TV Globo, a defesa negou que ela tenha participação nos três crimes e disse que vai recorrer de todas as denúncias.
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