BRASÍLIA – A greve de servidores que atinge mais de 50 universidades federais não paralisou aulas, mas tem impactado serviços relevantes prestados pelas instituições, como a concessão de bolsas, abertura de bibliotecas e laboratórios e funcionamento de hospitais.
Cinquenta e quatro universidades enfrentam greve total ou parcial de servidores, de acordo com levantamento da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Os servidores afirmam que o governo não cumpriu parte do acordo celebrado com a categoria em 2024.
Em nota, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que os compromissos assumidos “já foram cumpridos ou se encontram em fase de implementação”, de acordo com as etapas de tramitação no Executivo e no Legislativo. Já o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) afirmou que tem mantido o diálogo e incorporado os compromissos assumidos (leia mais abaixo).
A greve atinge as universidades de forma desigual. Em algumas, apesar da paralisação, o cenário é de normalidade, sem prejuízo aos serviços. Em outras, os impactos já são sentidos na ponta.
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