POr Eduardo Barretto – Estadão\
O empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, escreveu em conversas por aplicativo com a namorada, Martha Graeff, que já deu festas com 300 garotas de programa, e que isso fazia parte de seu “business” (negócio, em inglês). Na última semana, o Tribunal de Contas da União (TCU) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) eventuais provas sobre a participação de autoridades federais em festas de Vorcaro.
Os diálogos foram interceptados pela Polícia Federal (PF) a partir da quebra de sigilo telemático de Vorcaro. O material foi compartilhado com a CPI do INSS e obtido pela Coluna do Estadão. Procurado, Vorcaro não respondeu. O espaço segue aberto.
Em 18 de agosto de 2025, Vorcaro foi cobrado pela namorada por seguir 16 “putas” em uma rede social. “Tenho nojo do tipo de trabalho que essas mulheres fazem”, acrescentou Graeff, referindo-se a garotas de programa.
Vorcaro, então, disse que já chegou a seguir 100 dessas mulheres, e que não vira que ainda seguia essas 16. “Mas eu não fiquei com essas mulheres. Fazia parte do meu business. Nunca te escondi o que fiz e por que fiz. Fiz festa com 300 desse tipo”, disse o banqueiro.
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