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Por Marcus Celestino, de Yokohama, Japão

Por Marcus Celestino, de Yokohama, Japão

Estadão

 

Existem lugares onde o tempo anda mais devagar e o dinheiro evapora mais rápido. Um deles é o quartel-general da Nismo, em Yokohama, no Japão. A divisão de performance da Nissan transformou o local em algo que beira o culto. Lá se construiu um templo onde o carro do cliente entra como máquina e sai com alma.

O Jornal do Carro esteve no HQ da Nismo, casa que serve basicamente para atender aos entusiastas do Skyline GT-R — cultuado esportivo da Nissan. Um veículo preparado na sede da divisão começa com um “Pix” de cerca de US$ 250 mil (R$ 1,25 milhão em conversão direta) e termina, no melhor dos cenários, quase quatro anos depois. Isso porque a fila de espera já bate três anos. Depois disso, a customização em si leva entre seis e nove meses.

Tudo é feito de forma praticamente artesanal. Não há linha de produção, robôs coreografados ou pressa. O que existe é mão, olho e obsessão típica dos japoneses. A Nismo aplica, de certo modo, engenharia de competição a um carro de cliente com o tipo de atenção que, em qualquer outra indústria, seria considerado inviável.

São feitas alterações estruturais e também, evidentemente, na mecânica do carro. A reportagem viu na oficina modelos de diferentes gerações, da R32 até a R34. Todos eles contavam com detalhes de deixar qualquer fã de Initial D ou da franquia Velozes e Furiosos boquiabertos.

Para a nossa felicidade, os engenheiros da Nismo abriram os capôs de algumas das unidades em exposição. Pudemos ver alguns RB26DETT em excelente estado. O icônico 2.6 de seis cilindros em linha chega a ser tratado como peça de exposição.

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