A Justiça do Rio de Janeiro remarcou para maio o julgamento do caso Henry Borel, o menino de 4 anos morto com sinais de espancamento, cinco anos atrás. Os acusados são o padrasto Jairo Souza Santos e a mãe da criança, Monique Medeiros. Eles chegaram a se sentar nesta segunda-feira (23) no banco dos réus. Mas, em uma manobra, a defesa de um deles interrompeu a sessão e abandonou o Tribunal do Júri.
No banco dos réus, o ex-vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, padrasto de Henry, e Monique Medeiros, mãe do menino. Ela usava uma camiseta com fotos do filho. A juíza do Segundo Tribunal do Júri, Elizabeth Louro, decidiu remarcar o julgamento depois de uma manobra da defesa de Jairinho: os advogados abandonaram o plenário alegando que não tiveram acesso a todas as provas. Sem defesa, o júri não pôde continuar. A juíza classificou a conduta como desrespeito à Justiça e determinou que os advogados paguem os custos da sessão:
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