Como a descoberta de petróleo na Margem Equatorial pode mudar o jogo para a Petrobras
A descoberta no poço pioneiro de Morpho traz otimismo ao mercado e pode abrir nova fronteira exploratória para a Petrobras
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baqaei, disse que países que utilizam o Estreito de Ormuz têm ‘obrigação legal’ e ‘moral’ de r.
RIO – A produção de petróleo na Margem Equatorial pode demorar entre seis e sete anos, mas a descoberta de indícios de óleo no primeiro poço perfurado pela Petrobras nas águas ultraprofundas do Amapá trouxe otimismo para o mercado e para a companhia, que chega ao resultado dez meses depois de iniciada a campanha no poço pioneiro de Morpho.
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Se comprovado o potencial da bacia da Foz do Amazonas, uma das cinco bacias da Margem Equatorial, a expectativa é de que os reservatórios na região garantam, pelo menos, mais 40 anos de produção, segundo o gerente executivo de Projetos Estruturantes da Petrobras, Wagner Victer.
“Eu vi o início da bacia de Campos e é emocionante ver que a gente está participando de um momento histórico, abrindo uma nova fronteira exploratória para uma nova geração, um sinal de longevidade para a Petrobras e que vai trazer novos profissionais, novos engenheiros para o setor”, avaliou Victer.
e vendeu sua participação para a Petrobras.
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