Viktor Orbán deixará o poder na Hungria após 16 anos. O primeiro-ministro, ícone da direita nacionalista, aliado de Donald Trump e Vladimir Putin, viu seu partido, o Fidesz, ser derrotado pelo Tisza, liderado de Péter Magyar, que até 2024 era do mesmo grupo político que Orbán.
Com 98,74% dos votos apurados, o partido de Magyar havia garantido 138 das 199 cadeiras do parlamento. O Fidesz ficou com 55, contra 6 do Mi Hazánk, de extrema-direita. Com ampla maioria, o futuro primeiro-ministro não deve ter dificuldade para aprovar seus projetos, reverter medidas de Orbán e, em especial, reaproximar a Hungria da União Europeia.
O coração da Europa está batendo mais forte na Hungria esta noite. A Hungria escolheu a Europa. A Europa sempre escolheu a Hungria. Juntos, somos mais fortes”, celebrou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
“A Ucrânia sempre buscou relações de boa vizinhança com todos na Europa e estamos prontos para avançar nossa cooperação com a Hungria. A Europa e todas as nações europeias devem se fortalecer, e milhões de europeus buscam cooperação e estabilidade”, reforçou o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, país que teve empréstimo de 90 bilhões de euros vetado por Orbán.
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