Empresa de pastor que também atua no mercado financeiro vendeu operação de consignados ao Digimais e recebeu carteira de financiamentos com altos índices de perdas em pagamento. Negócio envolveu fundo de investimento. Banco não se manifestou
Por Luiz Vassallo, Jenne Andrade, Marcelo Godoy e Fausto Macedo
Em mais um movimento que tirou ativos podres de seus balanços, o banco Digimais, do líder da Igreja Universal, Edir Macedo, cedeu uma carteira de financiamentos veiculares que incluía até contrato rescindido judicialmente porque o carro vendido era roubado. A carteira foi repassada a um pastor de outra igreja em um negócio complexo envolvendo fundos de investimentos. Em troca, o banco devia investir em um negócio que envolvia a venda de imóveis por meio de crédito consignado. Mas o banco não teria depositado cerca de R$ 30 milhões prometidos.
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