Pelo menos sete explosões e aeronaves voando baixo foram ouvidas por volta das 2h (3h em Brasília), neste sábado, 3, em Caracas, capital da Venezuela. O governo local atribuiu o ataque às instalações civis e militares aos Estados Unidos e declarou um “estado de exceção”.
A Casa Branca ainda não se manifestou, mas, antes das explosões, a Administração Federal de Aviação (FAA) proibiu voos comerciais americanos de sobrevoarem o espaço aéreo venezuelano devido à “atividade militar em andamento”. O aviso foi emitido pouco depois da 1h no horário da Costa Leste (também 3h em Brasília).
O aviso alertava todos os pilotos comerciais e privados dos EUA de que o espaço aéreo sobre a Venezuela e a pequena ilha de Curaçao, localizada ao norte da costa do país, estava interditado “devido a riscos à segurança de voo associados à atividade militar em curso”.
As explosões acontecem após o presidente Donald Trump, que enviou uma frota militar para o Caribe, mencionar a possibilidade de ataques terrestres contra a Venezuela e afirmar que os dias do presidente Nicolás Maduro no poder “estão contados”.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, crítico do governo Trump, comentou o bombardeio em sua conta no X. Segundo ele, a “ONU e a Organização dos Estados Americanos devem se reunir imediatamente”./Com AP e AFP
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