Robinho continuará preso. O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para votar a favor da manutenção do ex-jogador em regime fechado na Penitenciária de Tremembé, onde ele é interno desde março de 2024. O ex-atacante foi preso por estupro coletivo cometido na Itália em 2013.
O Supremo analisava um recurso da defesa, que pedia a suspensão do cumprimento, no Brasil, da pena imposta pela Justiça italiana por estupro coletivo. O pedido era pela revisão de um habeas corpus já negado anteriormente no STF.
Relator do caso, Luis Fux votou pela manutenção da prisão e foi seguido por Alexandre de Moraes, no fim de março. Em abril, Gilmar Mendes pediu vistas do processo e só votou no dia 12 de agosto, pela soltura do ex-jogador.
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